Osteoporose e o Suplemento de Cálcio

Olá, no post de hoje vamos falar sobre a Osteoporose, uma doença que afeta principalmente as mulheres e o Suplemento de Cálcio.

A osteoporose é uma doença multifatorial, caracterizada pela perda gradual da massa e da densidade óssea através da deterioração micro arquitetural do tecido ósseo, provocando uma fragilidade óssea que pode culminar com fraturas (Woolf e Pfleger, 2005). Essa perda óssea é mais freqüente em mulheres, nas quais começa a ocorrer por volta dos 35 anos de idade.

De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), no Reino Unido cerca de 23% das mulheres com idade superior a 50 anos sofre de osteoporose. (Woolf e Pfleger, 2005). Nos EUA, estima-se que 40% das mulheres na menopausa terão uma fratura óssea ao longo de suas vidas decorrente da osteoporose.

A osteoporose constitui-se em um grande problema de saúde pública, sobretudo em países subdesenvolvidos, onde as carências nutricionais são mais pronunciadas. No Brasil, acredita-se que a realidade seja ainda mais preocupante; a Sociedade Brasileira de Osteoporose (Sobrao) estima que cerca de 15 milhões de brasileiros tenham essa doença (Sobrao, 2006).

Estudos de vários autores evidenciaram um declínio na eficiência da absorção de cálcio e conseqüente perda de massa óssea com o aumento da idade do indivíduo (Ireland e Fordtran, 1973; Nordin et al., 1975; Gallagher et al., 1979). Mulheres, especialmente durante e após o período da menopausa, parecem requerer ingestões de cálcio maiores que as usuais (de 400 a 600 mg dia) para alcançar um balanço de cálcio favorável.

O Instituto de Medicina da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos da América (EUA) recomenda uma ingestão diária de 1200 mg de cálcio para mulheres acima de 50 anos (Hughes, 1998).


Cálcio de ostra em cápsulas no combate a doenças nos ossos


Suplementos de cálcio na forma de carbonato de cálcio têm mostrado aumento no balanço de cálcio e redução da perda óssea em mulheres idosas (Recker et al., 1977). Vários outros estudos vêm demonstrando que a perda óssea é minimizada por administração de suplementos de cálcio (Lee et al., 1981; Thallasinos et al., 1982).

Dos suplementos de cálcio comercialmente disponíveis, o carbonato de cálcio possui a maior proporção (40%) do elemento cálcio. O pó de conchas de ostras já se mostrou bastante eficaz como suplemento mineral de cálcio, possuindo elevado percentual de carbonato de cálcio.

Mulher a prevenção é e vai ser sempre a melhor opção! A perda óssea (osteoporose) é mais comum em mulheres e pode iniciar aos 30 anos de idade, aumentando com a menopausa devido às quedas hormonais. Previna se, procure seu medico, pratique exercícios, faça sempre alongamentos, procure uma nutricionista, tenha uma dieta rica em cálcio, magnésio, zinco, cobre, boro e vitaminas A, C, D e K2 e quando necessário use o suplemento de cálcio de ostra junto com o magnésio.

Ficou interessado em ajudar as pessoas, principalmente as mulheres que podem vir a sofrer com a osteoporose? Te convido a revender o suplemento de Cálcio de Ostra e ajuda a melhorar a saúde e bem estar dos brasileiros.

O nosso objetivo é contribuir para o maior acesso da população a uma fonte de cálcio oriunda da biodiversidade litorânea do nordeste brasileiro, gerando uma cadeia de fonte de renda que inclui desde o catador de concha de ostra até a indústria, passando por você revendedor e beneficiando o consumidor pelo uso do produto.

Informação importante: Dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio, divulgada pelo IBGE em 2013, indicam que viviam no Brasil 103,5 milhões de mulheres, o equivalente a 51,4% da população. A expectativa de vida aumentou, enquanto em 1980 a mulher vivia, em média, até 65 anos, em 2010 a estimativa subiu para 77 anos de idade. A porcentagem de mulheres entre 30 e 74 anos de idade é de 24% ou seja, aproximadamente quarenta e oito milhões e noventa e seis mil (48 milhões) de potenciais consumidores e beneficiarias do suplemento de Cálcio. Isso sim é um mercado aprova de qualquer crise econômica e que estar em plena expansão, pois cada vez mais as pessoas estão mais informadas e preocupadas com a sua saúde e bem estar. 

Revendedor você é importante, vamos levar essa informação para mais pessoas e juntos criar um Brasil mais saudável.

Frase: “Aquele que não tem tempo pra cuidar da saúde vai ter que arrumar tempo pra cuidar da doença” - Dr. Lair Ribeiro

Até a próxima postagem.
Equipe Topmel

Referências:
GALLAGHER, J.C. et al. Intestinal calcium absorption and serum vitamin D metabolits in normal subjects and osteoporotic patients: effect of age and dietary calcium. J. Clin. Invest, Pennsylvania, v. 64, p. 729-736, 1979.
LEE, C.J. et al. Efects of suplementation of the diets with calcium and calcium rich foods on bone density of elderly females with osteoporosis. v. 34, p. 819-23, 1981.
IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - Censo 2010
IRELAND, P.; FORDTRAN, J.S. Effect of dietary calcium and age on jejunal calcium absorption in humans studied by intestinal perfusion. J. Clin. Invest., Pennsylvania, v. 52, p. 2672-2681, 1973.
NORDIN, B.E.C. et al. Calcium absorption in the elderly. Calcif. Tissue Res., Heidelberg, v. 21, p. 422-451, 1975.
PNAD - Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - 2013
RECKER, R.R.; HEANEY, R.P. The effect of milk suplements on calcium metabolism, bone metabolism and calcium balance. Am. J. Clin. Nutr., Stanford, v. 41, p. 254-263, 1985.
SOBRAO – SOCIEDADE BRASILEIRA DE OSTEOPOROSE.
THALLASINOS, N.C. et al. Calcium balance in osteoporotic patient on long-term oral calcium terapy with and without sex hormones. Clin. Sci., Portland, v. 62, p. 221-226, 1982.
WOOLF, A.D.; PFLEGER, B. Burden of osteoporosis and fractures in developing countries. Curr. Osteoporos Rep., Phyladelphia ,v. 3, n. 3, p. 84-91, 2005.

Tecnologia do Blogger.